VÍDEO: Cláudia abre matrículas para aulas de neuroeducação – Prefeitura de Cláudia

VÍDEO: Cláudia abre matrículas para aulas de neuroeducação

Matemática, lógica, concentração e desenvolvimento para o cérebro. A neuroeducação traz um grande desenvolvimento à capacidade intelectual infantil, e o laboratório de Cláudia já é referência regional no tema. Para atender ainda mais crianças, a Secretaria de Educação do município abriu as matrículas para 2020. As aulas estão disponíveis para todos os alunos da rede municipal de ensino e fazem parte da inciativa da gestão do prefeito Altamir Kurten, em preparar o aluno para a vida adulta e administrativa.

“Hoje temos que pensar na escola para além das matérias de ensino básicas. Temos que pensar em preparar um cidadão funcional, completo, com competitividade no mercado de trabalho”, ressaltou Kurten durante a explanação do laboratório a secretários de educação regionais que estiveram em busca de mais informações sobre o tema.

De acordo com o professor e coordenador da matéria Erikens Carpes, o aluno tem um desenvolvimento lógico impressionante em todas as áreas da vida.

“A neuroeducação não muda a criança só na escola, mas também em todas as áreas da sua vida”, explicou.

 

Neuroeducação

Neuroeducação é um campo interdisciplinar que combina a neurociência, psicologia e educação para decifrar processos cognitivos e emocionais que originem melhores métodos de ensino e currículos.

As pesquisas e iniciativas de neuroeducação têm crescido muito no mundo, nos últimos anos, e tenta usar descobertas sobre aprendizagem, memória, linguagem e outras áreas da neurociência cognitiva para informar os educadores sobre as melhores estratégias de ensino e aprendizagem. Cada vez mais, os professores querem e precisam saber sobre como os seus alunos aprendem e memorizam as informações ensinadas. Os neurocientistas, por outro lado, querem saber como essas indagações dos professores podem sugerir novas pesquisas em neurociência.

Outra linha de abordagem em neuroeducação é compreender quais e como os distúrbios e doenças nervosas e mentais podem afetar o aprendizado dos alunos, e como os professores podem colaborar com outros profissionais para ajudar a identificar problemas em sala de aula, de modo a enfrentá-los com novos métodos de educação especial para a inclusão social dos seus alunos afetados.

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